Paisagem de montanha trail — fundo RAVIT

Qual é a tua próxima corrida?

Escreve o seu nome, mesmo aproximado. Dizemos-te logo se o teu plano já está pronto — perfil medido, tempos de passagem, meteorologia na hora, abastecimentos.

Método · Trail & Ultra

O teu plano de nutrição trail, calculado sobre resultados reais.

Nada de estimativas no olho. Quando corredores do teu UTMB® Index já correram a prova, teus tempos de passagem são copiados dos deles; senão, um modelo calibrado em 107 850 resultados oficiais assume. RAVIT deduz daí tuas necessidades de carboidratos, água e sódio trecho por trecho — e o que vais encontrar em cada abastecimento.

Perfil, produtos e assistente de IA gratuitos · Chegada e primeiros pontos gratuitos em cada corrida · Dados hospedados na França

O que a gente se pergunta antes de um ultra?

Seis perguntas, seis respostas curtas, e como fazer na tua corrida.

Tempos de passagem

Como conhecer meus tempos de passagem, abastecimento por abastecimento?

Um tempo de passagem se calcula projetando uma duração total a partir de um tempo de referência, depois repartindo-a segundo o desnível, a noite e a fadiga — nunca na proporção dos quilômetros. Em uma corrida já disputada, os tempos reais dos corredores do mesmo nível dão uma repartição bem mais justa.

O que muda

Três formas de calcular, e a mais próxima do real vence. Em 240 provas, a duração de cada trecho é copiada das passagens reais dos corredores da tua faixa de UTMB Index, edição após edição. Nos outros casos, um modelo aprendido em 45 corridas assume. Quando nenhum resultado existe, e só então, a lei de Riegel ajustada ao desnível.

Como fazer

  1. 1Parte de uma marca recente, não de um objetivo: teu UTMB® Index ou um tempo numa corrida conhecida.
  2. 2Escolhe tua forma do dia — o plano se ajusta a um percentil real da tua faixa de UTMB Index, não a uma média.
  3. 3Compara cada trecho com o tempo que os corredores do teu UTMB Index levaram, e corrige onde te conheces melhor que o modelo.
240
corridas cujos tempos de passagem são copiados do real, trecho por trecho
107 850
resultados oficiais de corredores cujo UTMB® Index é conhecido, por trás do modelo
+3,2 %
de erro mediano no desnível de um GPX, contra 10,1 % somando os pontos — calibrado em 56 corridas
Ritmo & barreiras

Como saber se vou passar as barreiras de tempo?

Comparando tua hora de passagem estimada em cada barreira intermediária, não só na chegada: quase sempre é uma delas que elimina. Essa margem se calcula no tempo de relógio — corrida mais paradas — e a única que importa é a mais curta do percurso.

O que muda

Duas coisas roem a margem sem que ninguém as conte. A parada no abastecimento primeiro: é modelada à parte do movimento, sobre 1667 paradas medidas em 103 postos. A noite depois, hora por hora. Em contrapartida, «partiu rápido demais» não se sustenta: em nível comparável, os que partem rápido não abandonam mais do que os outros.

Como fazer

  1. 1Anota as barreiras no regulamento oficial — todas, não só as duas últimas.
  2. 2Mede teu ritmo contra teu próprio índice, não contra o corredor do lado: é a única comparação que diz alguma coisa.
  3. 3Olha a margem mais curta, e sobe o plano a partir daí.
2493
participantes do UTMB 2025 apurados um por um, incluindo os 828 que não terminaram
58,5 %
de abandonos entre os que partiram mais devagar abaixo do índice 520, contra 28,1 % entre os que partiram rápido
km 14,6
o primeiro ponto cronometrado já basta para separar, na cauda do pelotão, os que vão terminar dos que vão desistir
Taxa de abandono por terço de velocidade de partida, em cada faixa de UTMB Index: as barras têm a mesma altura nas três faixas superiores, e a diferença só aparece na base da tabela, em desfavor de quem partiu devagar.

Ler com suas limitações: uma edição, uma corrida. Não quer dizer que se deva partir rápido — o ritmo de partida revela sobretudo a forma do dia, e uma partida lenta é um sintoma, não uma causa. O que se transpõe, porém, é o método: o único ritmo que diz alguma coisa é aquele medido contra teu próprio índice, não contra o corredor do lado. Ler a análise completa: 2 493 participantes, 828 abandonos

Meteorologia de corrida

Qual tempo fará em minha corrida, e a que horas?

A meteorologia útil a um corredor de trail não é a do vale nem a do dia: é a temperatura na altitude do ponto de passagem, na janela horária em que se passa por ele. A diferença entre as duas se mede em graus, e nenhum modelo alcança mais de cinco dias.

O que muda

Um modelo dá a temperatura do relevo médio da sua malha, não a do colo: a correção se faz pelo gradiente térmico medido na vizinhança. Três modelos são lidos — AROME, ICON, ECMWF IFS — e o desacordo entre eles é dito com todas as letras. Cada trecho retém o pior momento da tua janela de passagem, nunca uma média.

Como fazer

  1. 1Lê a previsão em tua hora de passagem, corrigida à altitude do ponto — não a da cidade de partida.
  2. 2Volta três vezes entre D−5 e a partida: é lá que a previsão se estabiliza.
  3. 3Adapta teus aportes: acima de 25 °C, 800 a 1 000 mL/h e até 1 000 mg/h de sódio.

Todas as corridas cuja meteorologia já é calculada

As corridas dos próximos sete dias, com sua meteorologia

Em complemento — Assistente

A quem perguntar quando tenho dúvida sobre meu plano?

  • Lê o plano já calculado — o assistente não substitui o modelo: explica o que ele produziu e assinala o que não bate certo.
  • Responde sobre a tua prova — porque é que aquele troço pede mais sódio, o que carregar antes do segmento mais longo sem abastecimento.
  • Recalcula o que mudares — meteorologia, ritmo ou abastecimentos alterados: as necessidades são reavaliadas com as mesmas regras.
M
Porquê 2 025 g de hidratos no UTMB se eu tinha previsto 1 400?

Assistente RAVIT

Porque o cálculo parte do teu tempo, não da distância. Com um índice de 600, o modelo projeta 33h45 nesta prova. A 60 g/h, dá 2 025 g. Os teus 1 400 g correspondem a cerca de 23 horas — o tempo de um índice 800.

M
E se apontar antes a 45 g/h?

Assistente RAVIT

Desces para 1 519 g, mas abres um défice de cerca de 500 g na prova. Em 33 horas, é o cenário clássico da quebra no terceiro quarto. Melhor apontar a 60 g/h e trabalhar a tolerância no treino.

Produtos & coach de nutrição

O que levar, e em qual quantidade, em cada abastecimento?

Leva-se o que cobre o trecho até o próximo ponto onde se pode recarregar, mais uma margem — e nada mais, pois cada grama inútil se carrega por horas. A quantidade se deduz da duração do trecho, nunca de sua distância.

O que muda

Conta 60 a 90 g de carboidratos por hora a partir de três horas de esforço, 500 a 1 000 mL de líquido e 300 a 800 mg de sódio. Duas armadilhas custam caro: o rótulo de um produto anuncia sal quando o alvo se conta em sódio — um fator 2,5 — e o enjoo faz abandonar mais vezes do que a hipoglicemia.

Como fazer

  1. 1Lista o que teu estômago aguenta de verdade depois de quinze horas — não o que te agrada no início.
  2. 2Verifica o que cada posto serve: só água, marca parceira ou refeição quente — isso muda tudo.
  3. 3Conta por trecho, partindo do ponto de recarga, nunca para a corrida toda.
Partilha & coach

Como fazer meu coach reler meu plano, sem lhe enviar uma planilha?

Dando-lhe acesso ao plano em si, com direito de escrita: ele corrige os ritmos e os alvos onde estão errados, e o motivo da mudança fica ao lado da linha modificada. Uma planilha enviada por email fica obsoleta na modificação seguinte.

O que muda

Três acessos em vez de um: editor para quem corrige — coach, nutricionista —, observador para quem acompanha em leitura, e link público para a equipe de assistência, que o abre sem conta, na sua língua, à beira da estrada. Cada acesso se revoga com um clique, e o link fica fora dos mecanismos de busca, salvo autorização.

Como fazer

  1. 1Convida por email e escolhe o papel: editor se deve corrigir, observador se deve só seguir.
  2. 2Guarda o link público para tua equipe: somente leitura, nenhuma conta a criar.
  3. 3Corta os acessos após a corrida — um link se revoga, um anexo nunca.
Assistência

Onde e quando minha assistência deve me esperar?

Só nos pontos onde o regulamento a autoriza; em qualquer outro lugar, receber ajuda pode custar uma desqualificação. Em cada um desses pontos, ela precisa de três coisas: coordenadas GPS, uma janela de horário em vez de uma hora única, e a lista do que prepara.

O que muda

Os pontos onde a assistência é autorizada são levantados no regulamento, posto por posto, e suas coordenadas interpoladas sobre teu traçado GPX — um nome de aldeia não se encontra à noite. O roteiro de apoio separa o que a equipe te entrega no local do que tu levas contigo, e os horários se recalculam assim que um ritmo muda.

Como fazer

  1. 1Levanta os pontos autorizados, e diz à tua equipe onde ela não tem o direito de estar.
  2. 2Dá uma janela e um ponto GPS para cada encontro, não um nome de aldeia.
  3. 3Prepara uma mochila por ponto: no local de um lado, para levar do outro.

O que tenho em mão no dia da corrida?

Tudo parte de um arquivo GPX e de uma lista de abastecimentos. O desnível entre dois postos, a distância de cada trecho e a hora de passagem se calculam sozinhos — tu só precisas inserir o que o organizador publica.

1

Parâmetros

Introduz a tua prova (distância, desnível, abastecimentos), o teu perfil (tempo de referência, peso) e os teus objetivos nutricionais (hidratos, água, sódio). Ajusta a estratégia nos 4 quartos.

2

Tabela

Visualiza a tabela de abastecimento trecho a trecho: tempo estimado, necessidades de hidratos, água e sódio. Altera os tempos e escolhe os teus produtos.

3

Perfil

Mapa interativo do percurso e perfil altimétrico horizontal com abastecimentos posicionados na traçado, ritmo por trecho e minimapa fixo.

4

Relato

Gera o relato de prova para a tua equipa de apoio: horários de passagem, produtos a preparar nos abastecimentos e pontos-chave.

5

Provisões

Obtém a lista completa de provisões a preparar, quantificada e agrupada por produto para toda a prova.

2586 provas referenciadas

Minha corrida está no catálogo?

UTMB, CCC, Diagonale des Fous, Marathon du Mont-Blanc, Templiers, Saintélyon… Procura, filtra e acede ao perfil, aos tempos UTMB Index e ao plano de abastecimento de cada prova.

2586 resultados

As 248 corridas analisadas trecho por trecho, com o teu dorsal

Quanto custa?

A tua hora de chegada, a tua nutrição e os teus primeiros pontos de passagem são gratuitos, em todas as tuas corridas. O plano completo desbloqueia-se por corrida, ou por 12 meses.

Gratuito
…

Para todas as tuas corridas

  • A tua hora de chegada segundo o teu UTMB Index
  • Os teus objetivos nutricionais e o que levas por troço
  • Os teus primeiros pontos de passagem
  • Perfil altimétrico, mapa e meteorologia
Preparar a minha corrida
Plano completo
…por corrida

Pagamento único

Não terminaste? Reembolsado. Garantia DNF.
  • Todos os teus horários de passagem e as tuas margens nas barreiras
  • Os teus tempos face aos finishers das edições anteriores
  • Roadbook e pulseira para imprimir, para ti e para a tua assistência
  • Assistente de IA sem limite
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Passe 12 meses
…

ou seja …/mês

  • Todas as tuas corridas durante 12 meses. Sem renovação automática.
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O teu organizador é parceiro da RAVIT? O teu plano completo é oferecido para a corrida dele.

Preços com impostos incluídos, na tua moeda. O passe paga-se uma vez e não se renova.

Mais dúvidas?

Quantos hidratos de carbono por hora são precisos em trail?

De 30 a 60 g/h num esforço de 1 a 3 horas, e de 60 a 90 g/h acima disso. Passar a barreira dos 60 g/h exige uma mistura glicose-frutose e um intestino habituado: é um treino em si mesmo, a construir nos treinos longos e nunca a descobrir no dia da corrida.

Quanto se deve beber por hora num ultra?

Cerca de 500 a 700 mL/h com tempo ameno, e 800 a 1.000 mL/h acima de 25 °C. Beber à sede continua a ser a melhor referência: acima de 1 L/h sem aporte de sódio, o risco de hiponatremia torna-se real, sobretudo em esforços de mais de 12 horas.

Quanto sódio por hora em trail?

De 300 a 800 mg/h consoante o calor e a sudação, e até 1.000 mg/h para quem transpira muito com calor forte. O sódio conta-se sobre a totalidade dos aportes — bebida, géis, caldo, cápsulas — e não apenas sobre as cápsulas de sal.

O que comer durante um 100 km?

Uma base líquida que cubra a maior parte dos hidratos, complementada com sólido enquanto a digestão aguentar, e depois salgado e líquido quando se degradar. Em 12 a 20 horas, a variedade conta tanto como a quantidade: o enjoo faz desistir mais do que a quebra.

O que se encontra nos abastecimentos de um ultra?

Varia muito de corrida para corrida: alguns postos só oferecem água, outros os produtos de uma marca parceira, outros uma refeição quente. A RAVIT documenta posto a posto a disponibilidade, a marca presente, a barreira horária e onde a assistência é permitida.

O que colocar no saco de assistência?

O que cobre o troço até ao ponto de assistência seguinte, mais uma margem, e nada mais: um saco demasiado cheio faz perder tempo. A RAVIT gera a lista por ponto autorizado, com o horário de passagem estimado e as coordenadas GPS para a equipa.

Como gerir a noite num ultra?

O apetite cai e a vigilância baixa: é preciso passar a aportes mais líquidos, mais frequentes e mais salgados, e antecipar a quebra entre as 3 e as 5 da manhã. A RAVIT indica a que horas abordas cada troço segundo o teu ritmo projetado.

Como é que a RAVIT calcula o meu tempo de corrida?

RAVIT parte do teu UTMB® Index, depois procura passagens reais: em 240 provas, a duração de cada trecho é copiada de corredores da tua faixa, edição após edição. Se não houver, um modelo aprendido em 45 corridas projeta a repartição. A lei de Riegel ajustada ao desnível serve só em último recurso, quando nenhum resultado existe.

Para que serve o plano troço a troço?

Cada troço entre dois abastecimentos tem a sua própria duração e, portanto, as suas próprias necessidades de hidratos, líquido e sódio. Raciocinar por média em toda a corrida subalimenta as subidas longas e sobrecarrega os troços curtos.

O que é que se paga na RAVIT?

O teu perfil, os teus objetivos nutricionais, o teu catálogo de produtos e o assistente de IA são gratuitos, sem assinatura. Em cada corrida, a tua hora de chegada, a tua nutrição e os teus primeiros pontos de passagem são gratuitos. O plano completo (todos os teus horários de passagem, as tuas margens nas barreiras, roadbook e pulseira) desbloqueia-se por corrida, ou para todas as tuas corridas durante 12 meses, sem renovação automática. Se abandonares ou ficares fora do tempo limite, a tua corrida é reembolsada.

Qual tempo fará em minha corrida?

O que importa não é a meteorologia do vale nem a do dia, mas a temperatura na altitude do ponto de passagem, na janela horária em que tu passas. A diferença entre as duas se mede em graus na montanha. Como os modelos só alcançam cinco dias, uma previsão a D−10 não é informação.

Como saber se vou passar as barreiras de tempo?

Comparando tua hora de passagem estimada em cada barreira intermediária, não só na chegada: quase sempre é uma delas que elimina. A margem se calcula no tempo de relógio, paradas nos abastecimentos incluídas — cinco minutos por posto em quinze postos custam 1 h 15.

A tua próxima prova merece melhor do que uma folha de cálculo.

Introduz a tua prova e o teu índice UTMB®: a RAVIT calcula o resto, troço a troço.

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